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IEC 104: guia completo para automação elétrica

Guia completo de IEC 104 para automação elétrica: arquitetura, parâmetros, eventos, configuração, comissionamento e diagnóstico em redes OT.

15 min de leituraPublicado em 25/08/2026
Ilustração técnica autoral para IEC 104: guia completo para automação elétrica, destacando o fluxo e os elementos centrais do assunto.
Ilustração técnica autoral do Portal da Automação, criada para o foco específico deste artigo.

IEC 104: APDU, I/S/U e parâmetros que controlam a sessão

Diagrama do IEC 60870-5-104 com APDU, APCI, ASDU, formatos I S U e temporizadores.
Diagrama próprio do Portal da Automação. A IEC 104 usa TCP, mas mantém regras próprias de sessão, numeração e telecontrole.

Como ler esta figura

APCI / Control Field

Controla formato I/S/U, estado lógico e numeração N(S)/N(R).

Na implementação: Sequência travada, ACK atrasado ou TESTFR repetitivo deve ser correlacionado com timers e janelas, não só com TCP.

I-format

Transporta ASDU e usa números de envio e recebimento para acompanhar a sequência.

Na implementação: Compare N(S) e N(R) nos dois sentidos para encontrar a primeira divergência ou ACK ausente.

S-format

Confirma recepção sem transportar uma ASDU.

Na implementação: É diretamente relacionado ao controle de fluxo e ao limiar w/t2.

U-format

Executa STARTDT, STOPDT e TESTFR para controlar/testar a transferência.

Na implementação: STARTDT não é comando de processo; é habilitação da transferência de dados IEC 104.

ASDU

Type ID, VSQ, COT, CA e IOA dão significado às medidas, estados, eventos e comandos.

Na implementação: TCP saudável com CA/IOA/COT errados continua sendo uma integração quebrada.

t0, t1, t2, t3, k e w

Definem estabelecimento, confirmações, ociosidade e janelas de mensagens.

Na implementação: Dimensione usando RTT real, carga e requisitos da aplicação; não copie defaults entre fabricantes sem validar.

IEC 104 — t0/t1/t2/t3/k/w: função, sintoma e medição

ParâmetroReferência comumFunçãoSintoma de ajuste/problemaComo medir
t030 sTimeout de estabelecimento da conexãoConexão não completa ou cai durante aberturaTempo entre tentativa TCP/sessão e estabelecimento/abandono.
t115 sEspera por confirmação de APDU enviada/testeReconexões ou timeout com I-frame sem ackDelta entre envio e avanço de N(R) / confirmação esperada.
t210 sAtraso máximo para confirmação S-frameAcks excessivamente tardiosTempo do primeiro I-frame recebido até S-frame quando w não é atingido antes.
t320 sSupervisão de enlace ocioso com TESTFRSessão silenciosa sem teste ou testes frequentes demaisTempo de ociosidade até TESTFR ACT e retorno TESTFR CON.
k12Máximo de I-frames enviados sem confirmaçãoJanela trava sob perda/latênciaMaior diferença observada entre N(S) enviado e N(R) confirmado.
w8Quantidade de I-frames recebidos antes de confirmarS-frames demais ou confirmação tardiaContar I-frames recebidos entre confirmações S-frame.

Os números são valores de referência amplamente adotados em perfis IEC 104; confirme a edição, o perfil de interoperabilidade e o equipamento.

Matriz específica — IEC 60870-5-104 — IEC 104 / visão geral

Campo/elementoValor ou representaçãoComo fechar a evidência
Type ID · visão geraltipo da informaçãoConfirmar ponto/comando esperado.
COT · visão geralcausa de transmissãoSeparar spontaneous, periodic, request e activation.
Common Address · visão geralestação lógicaValidar RTU/IED correto.
IOA / CP56Time2a · visão geralobjeto + tempoCorrelacionar ponto e timestamp de origem.

A matriz foi escolhida pelo foco “IEC 60870-5-104 — IEC 104” e pela lente “visão geral”; referências normativas e limites de fabricante continuam prevalecendo.

SCADA/IED — campos obrigatórios para “IEC 60870-5-104 — IEC 104”

Campo/etapaExemplo de evidênciaFalha concreta
Valor brutocontador/registro/objeto recebidoEscala errada mascarada pela IHM.
Scaling + unidadeganho, offset, EUValor numericamente plausível porém incorreto.
Qualitygood/bad/invalid/blocked/substituted conforme protocoloSCADA exibe dado sem indicar validade.
Source timestamptempo gerado no IED/RTUSOE fora de ordem por relógio ou perda de timestamp.
Receive/display timetempo no FEP/SCADALatência de transporte/processamento.
Command lifecycleenvio, ack, atuação e retornoAck de protocolo sem atuação física.

IEC 60870-5-104 — IEC 104 no sistema: o problema que esta função resolve

Neste recorte de IEC 60870-5-104 — IEC 104, trate solicitação, confirmação e dados como três pontos de prova. Explique o que cada um representa, o que deveria acontecer antes e depois de uma mudança e qual evidência seria incompatível com a hipótese inicial. Assim o texto permanece útil para implementação e troubleshooting.

Para aprender IEC 60870-5-104 — IEC 104 sem depender de uma tela específica de fabricante, separe função, entradas, saídas e dependências. Em IEC 60870-5-104 — IEC 104, os pontos mais próximos deste recorte são confirmação, dados, término. O leitor iniciante deve conseguir dizer quem produz a informação e quem a usa; o leitor experiente deve conseguir apontar o limite entre comportamento normal, exceção e implementação particular do equipamento.

Da origem ao efeito: sequência e estados de IEC 60870-5-104 — IEC 104

Registre perfil, endereços, objetos, temporizações, eventos, comandos e versão/edição aplicável.

Implemente primeiro uma troca mínima e conhecida entre as duas pontas. Depois acrescente eventos, exceções, temporização e funções opcionais. Uma sessão estabelecida não é critério suficiente: o dado precisa manter tipo, qualidade, endereço, sequência e tempo até o destino. Durante o estudo, acompanhe solicitação, confirmação, dados, término como uma cadeia causal. Para cada item, pergunte o que o altera, como aparece no tráfego ou no equipamento e qual seria o primeiro sintoma se estivesse incorreto.

  • solicitação — defina primeiro o que representa em IEC 60870-5-104 — IEC 104 e qual elemento produz ou consome essa informação; depois identifique em que condição ele muda.
  • confirmação — relacione o valor ou estado ao efeito sobre IEC 60870-5-104 — IEC 104; registre também qual campo permite confirmar que a interpretação está correta.
  • dados — na configuração, verifique dependências nas duas pontas e evite copiar valor de outro projeto sem comparar topologia, versão e capacidade do equipamento.
  • término — no diagnóstico, associe pelo menos um sintoma de configuração errada e uma evidência que diferencie esse sintoma de falha física ou de rede.
  • CP56Time2a — no comissionamento, crie um estímulo que faça o item mudar de forma previsível e registre antes/depois, horário e resposta observada.

Do primeiro contato ao modelo mental correto

Se você está conhecendo IEC 60870-5-104 — IEC 104 agora, não comece decorando parâmetros. Primeiro localize o elemento dentro de IEC 60870-5-104 — IEC 104 e responda quatro perguntas: quem produz a informação, quem a consome, o que muda durante uma transação e qual evidência aparece quando algo falha. Para este assunto, use solicitação, confirmação, dados como marcos do fluxo.

Em IEC 60870-5-104 — IEC 104, a primeira tarefa é identificar qual variável, campo ou estado muda e em que fronteira isso pode ser observado. Relacione solicitação, confirmação e dados ao fluxo de IEC 60870-5-104 — IEC 104. Para cada um, registre uma evidência objetiva e um efeito esperado. Essa ligação transforma uma recomendação genérica em mecanismo verificável.

  • Desenhar o fluxo de IEC 60870-5-104 — IEC 104 sem consultar a tela do fabricante
  • Explicar onde solicitação entra e que evidência deixa
  • Explicar onde confirmação entra e que evidência deixa
  • Explicar onde dados entra e que evidência deixa

Exemplo de implementação: transformando IEC 60870-5-104 — IEC 104 em requisito verificável

Parta de um caso de IEC 60870-5-104 — IEC 104 que hoje funciona e transforme-o em referência. Capture a troca associada a solicitação, registre o comportamento de confirmação e identifique como dados aparece no equipamento de destino. Em seguida altere uma única condição controlada. A comparação entre os dois casos deve revelar a primeira divergência, evitando que timeout, rede e aplicação sejam ajustados ao mesmo tempo.

Não encerre IEC 60870-5-104 — IEC 104 com a frase “comunicação OK”. Documente o valor/estado de solicitação, a dependência de confirmação, o limite aceitável para dados e uma evidência de recuperação. Essa combinação separa interoperabilidade funcional de mera conectividade física ou TCP.

  • Definir uma condição normal de IEC 60870-5-104 — IEC 104 e salvar a evidência associada a solicitação.
  • Escolher uma única variável relacionada a confirmação e prever o efeito antes de alterar.
  • Repetir o mesmo teste e comparar dados nas mesmas medições ou campos.
  • Registrar o critério que permite aceitar, rejeitar ou reverter a configuração de IEC 60870-5-104 — IEC 104.

Critérios objetivos para aceitar IEC 60870-5-104 — IEC 104 em campo

Teste leitura, evento, comando, sincronismo, falha e recuperação com evidências capturadas.

Defina evidência antes de testar IEC 60870-5-104 — IEC 104. Para esta categoria, sinais úteis incluem endereço, campo, estado, sequência, timestamp, qualidade. O teste deve ter estado inicial conhecido, estímulo reproduzível e resultado esperado. Quando houver dois equipamentos, registre os dois lados; quando houver gateway, registre também a transformação intermediária.

  • Validar solicitação em condição normal
  • Forçar uma condição degradada ligada a confirmação
  • Confirmar recuperação sem perder estado, evento ou evidência relevante
  • Salvar configuração, logs/captura e horário do teste como baseline

Caso bom x caso ruim: isolando a causa em IEC 60870-5-104 — IEC 104

Neste recorte de IEC 60870-5-104 — IEC 104, trate solicitação, confirmação e dados como três pontos de prova. Explique o que cada um representa, o que deveria acontecer antes e depois de uma mudança e qual evidência seria incompatível com a hipótese inicial. Assim o texto permanece útil para implementação e troubleshooting.

Não conclua a partir do sintoma sozinho. Para IEC 60870-5-104 — IEC 104, cruze pelo menos duas fontes de evidência e procure a primeira divergência. Se solicitação, confirmação, dados estão corretos mas o resultado final continua errado, avance para a próxima fronteira do sistema em vez de alterar parâmetros já comprovados.

  • solicitação: registre um caso saudável, um caso com falha e a diferença objetiva em estado.
  • confirmação: registre um caso saudável, um caso com falha e a diferença objetiva em sequência.
  • dados: registre um caso saudável, um caso com falha e a diferença objetiva em timestamp.
  • término: registre um caso saudável, um caso com falha e a diferença objetiva em qualidade.

Como o conceito se encaixa na arquitetura

Neste recorte de IEC 60870-5-104 — IEC 104, trate solicitação, confirmação e dados como três pontos de prova. Explique o que cada um representa, o que deveria acontecer antes e depois de uma mudança e qual evidência seria incompatível com a hipótese inicial. Assim o texto permanece útil para implementação e troubleshooting.

Para entender IEC 60870-5-104 — IEC 104, desenhe o fluxo completo dentro de IEC 60870-5-104 — IEC 104: origem da informação, transformação, transporte, recepção e uso final. Marque em cada etapa quais identificadores, estados e temporizações são preservados. Esse mapa transforma uma definição abstrata em arquitetura de engenharia.

Uma boa visão geral também precisa declarar limites. Pergunte o que IEC 60870-5-104 — IEC 104 resolve, o que não resolve e de quais serviços depende. Essa distinção evita usar um mecanismo fora do seu propósito e ajuda a escolher onde medir quando o comportamento real diverge do esperado.

IEC 60870-5-104 — IEC 104: entendendo a sessão IEC 104 antes de parametrizar

IEC 60870-5-104 usa TCP, normalmente na porta 2404, para transportar APDUs compostas por APCI e ASDU. TCP entrega bytes confiavelmente, mas o IEC 104 mantém controle próprio de transferência. I-frames transportam ASDUs e números N(S)/N(R); S-frames confirmam recebimento sem ASDU; U-frames executam STARTDT, STOPDT e TESTFR. Por isso um socket TCP estabelecido ainda pode estar em estado IEC 104 inadequado.

Para estudar IEC 60870-5-104 — IEC 104, sempre separe “sessão” de “conteúdo”. APCI explica sequência, confirmação e estado da transferência; ASDU explica Type ID, VSQ, Cause of Transmission, Common Address, IOA e valor/qualidade/tempo. Quando o SCADA não mostra um ponto, uma captura deve dizer se a falha ocorreu antes de a ASDU chegar, na semântica da ASDU ou no mapeamento do servidor.

  • Type ID — diz qual informação está sendo transportada; escolha incompatível pode fazer o destino ignorar ou mapear incorretamente.
  • VSQ — descreve quantidade/estrutura dos objetos; interfere na interpretação de IOAs e no tamanho da ASDU.
  • COT — informa por que a mensagem existe: espontâneo, interrogação, ativação, confirmação etc.; é parte da lógica, não simples metadado.
  • CA — endereço comum da estação/ASDU; precisa casar com a configuração do centro e da RTU/gateway.
  • IOA — identifica o objeto de informação; erros de base/offset são causa clássica de ponto deslocado.

t0, t1, t2, t3, k e w: efeito e sintoma de erro

Os temporizadores não devem aparecer em artigo apenas como uma lista. t0 limita o estabelecimento; t1 limita espera por confirmação; t2 controla atraso para confirmação quando o receptor ainda pode agrupar ACKs; t3 supervisiona inatividade e está associado a testes da conexão. k limita I-frames enviados ainda não confirmados e w define um limiar de I-frames recebidos que provoca confirmação. A implementação precisa manter relações coerentes entre esses valores e o RTT real.

Em IEC 60870-5-104 — IEC 104, meça antes de ajustar. Se o canal cai sob carga, acompanhe N(S)/N(R), I/S frames, filas e RTT. Se TESTFR aparece repetidamente, determine se é apenas supervisão de ociosidade ou se as respostas estão atrasadas. Aumentar t1 pode reduzir alarmes sem eliminar congestionamento ou travamento. Aumentar k pode elevar throughput e, ao mesmo tempo, aumentar memória e tempo até detectar ACK ausente.

  • t0 — tempo relacionado ao estabelecimento; sintoma típico de problema: conexão não conclui dentro do esperado.
  • t1 — espera por confirmação; excessivamente curto gera desconexões em enlaces lentos, excessivamente longo retarda detecção de falha.
  • t2 — atraso máximo para ACK do receptor; deve permitir confirmação antes que o transmissor atinja t1.
  • t3 — supervisão de inatividade; ajuda a provar que uma conexão ociosa continua viva.
  • k/w — janelas de I-frames; avalie com rajadas reais, processamento do servidor e capacidade de buffer.

Implementação, GI, espontâneo, comandos e recuperação

Depois de STARTDT, valide uma General Interrogation conforme a filosofia do sistema, dados espontâneos, sincronismo de relógio e comandos aplicáveis. Para um comando, observe activation, confirmação/terminação conforme o tipo e o retorno de estado do processo. Não confunda “ASDU aceita” com “disjuntor operou”; a confirmação de protocolo e a evidência física são camadas diferentes.

No comissionamento de IEC 60870-5-104 — IEC 104, provoque perda TCP, retorno, ociosidade suficiente para TESTFR e uma rajada de eventos. Registre tempos de reconexão, N(S)/N(R), comportamento de filas e se o sistema reconstrói o estado sem duplicar ou perder eventos. Documente os timers/janelas nas duas pontas com a justificativa, porque nomes de interface variam entre fabricantes.

IEC 60870-5-104 — IEC 104: dados exclusivos deste recorte (visão geral)

Em IEC 60870-5-104 — IEC 104, a ASDU deve ser lida por Type ID, VSQ, Cause of Transmission, Common Address e Information Object Address. Em comando, separe activation, activation confirmation, execute/select quando aplicável e termination; em tempo, CP56Time2a precisa ser correlacionado ao relógio de origem.

Na visão geral de IEC 60870-5-104 — IEC 104, o leitor deve conseguir localizar Type ID e COT no fluxo real e dizer qual componente produz cada evidência.

  • Type ID: tipo da informação. Confirmar ponto/comando esperado.
  • COT: causa de transmissão. Separar spontaneous, periodic, request e activation.
  • Common Address: estação lógica. Validar RTU/IED correto.
  • IOA / CP56Time2a: objeto + tempo. Correlacionar ponto e timestamp de origem.

IEC 60870-5-104 — IEC 104: timers e janelas que governam a sessão IEC 104 — IEC 60870-5-104 — IEC 104 / visão geral

No mapa funcional de IEC 60870-5-104 — IEC 104, use RTU para localizar onde o fenômeno nasce e em qual equipamento a evidência deve aparecer. Em IEC 60870-5-104, t0 limita o estabelecimento da conexão; t1 limita a espera por confirmação de APDUs enviadas/teste; t2 limita quanto o receptor pode postergar um S-frame de confirmação; t3 detecta ociosidade e dispara TESTFR; k limita I-frames enviados sem confirmação e w define quantos I-frames recebidos podem acumular antes de um S-frame. Valores de referência frequentemente usados são t0=30 s, t1=15 s, t2=10 s, t3=20 s, k=12 e w=8, sempre sujeitos ao perfil e ao fabricante. O critério de encerramento para IEC 60870-5-104 — IEC 104 em visão geral é obter o mesmo resultado em novo teste de RTU, mantendo o ponto de medição e a condição inicial.

Para entender IEC 60870-5-104 — IEC 104 sem abstração excessiva, acompanhe APDU da origem ao consumidor e marque a fronteira em que seu estado pode mudar. O diagnóstico de IEC 60870-5-104 — IEC 104 precisa observar tempo na captura, não apenas a tela de parâmetros. Um t1 expirando costuma aparecer como APDU enviada sem avanço de N(R); t3 aparece após período ocioso seguido de TESTFR ACT/CON; k/w aparecem na distância entre N(S) e N(R) e na frequência dos S-frames. t2 deve permanecer menor que t1 para não criar uma política de confirmação incoerente. Para este artigo de IEC 60870-5-104 — IEC 104, a evidência ligada a APDU deve ser armazenada com horário, origem e condição de teste, permitindo comparação posterior.

  • IEC 60870-5-104 — IEC 104 · visão geral · RTU: Wireshark: acompanhar I/S/U frames, N(S), N(R), TESTFR ACT/CON e timestamps da captura.
  • IEC 60870-5-104 — IEC 104 · visão geral · TCP/IP: Medir o intervalo real entre o último tráfego e TESTFR para validar t3.
  • IEC 60870-5-104 — IEC 104 · visão geral · porta padrão 2404: Medir quantos I-frames ficam outstanding para validar k e a política de ack w/t2.
  • IEC 60870-5-104 — IEC 104 · visão geral · APDU: Não aumentar t1 para esconder perda TCP, processamento lento ou janela de confirmação mal dimensionada.

IEC 60870-5-104 — IEC 104: valor, qualidade, tempo e ciclo de comando ponta a ponta — IEC 60870-5-104 — IEC 104 / visão geral

Para entender IEC 60870-5-104 — IEC 104 sem abstração excessiva, acompanhe S-Frame da origem ao consumidor e marque a fronteira em que seu estado pode mudar. Um ponto SCADA não é apenas um valor. Para IEC 60870-5-104 — IEC 104, registre endereço/tag de origem, valor bruto, escala/unidade, quality, timestamp de origem, timestamp de recepção e timestamp de apresentação. Deadband deve ser expressa na unidade ou porcentagem definida e testada em torno do limiar; SOE exige preservar a ordem pelo tempo de origem, não pela ordem de chegada ao servidor. Se S-Frame não reproduzir o comportamento esperado em IEC 60870-5-104 — IEC 104, a hipótese deve ser revista antes de alterar outra camada do sistema.

A visão geral de IEC 60870-5-104 — IEC 104 fica útil quando Receive Sequence Number é ligado ao fluxo físico/lógico real, e não apenas a uma definição de glossário. Comandos precisam ser separados em intenção, envio pelo protocolo, confirmação de protocolo, atuação do equipamento e retorno de posição. Em religador/IED/RTU, um “operate success” sem mudança do contato ou telemetria não encerra o teste. Em historian, preserve raw value, quality e source timestamp antes de qualquer agregação. Em alarmes, registre condição de entrada, prioridade, debounce/deadband, ack e retorno ao normal. O critério de encerramento para IEC 60870-5-104 — IEC 104 em visão geral é obter o mesmo resultado em novo teste de Receive Sequence Number, mantendo o ponto de medição e a condição inicial.

  • IEC 60870-5-104 — IEC 104 · visão geral · ASDU: Telemetria: raw → scaling → engineering unit → quality → source timestamp → SCADA timestamp.
  • IEC 60870-5-104 — IEC 104 · visão geral · I-Frame: SOE: comparar timestamp de origem e sequência recebida em uma rajada de eventos.
  • IEC 60870-5-104 — IEC 104 · visão geral · S-Frame: Comando: request → protocol confirmation → physical action → indication/return.
  • IEC 60870-5-104 — IEC 104 · visão geral · U-Frame: Historian: validar valor, quality e timestamp antes de compressão/agregação.

Referências técnicas

As explicações do Portal são autorais. Use as fontes oficiais e materiais públicos de implementação abaixo para confirmar edição, escopo, capacidades e comportamento do equipamento utilizado no seu projeto.

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